Amador Brasileiro Brasileira Mulata Vagabunda Gozando Para O Patrão De Manaus

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Amador Brasileiro Brasileira Mulata Vagabunda Gozando Para O Patrão De Manaus

Amador Brasileiro Brasileira Mulata Vagabunda Gozando Para O Patrão De Manaus

– ISSSSSSOOOO METE A LINGUA, ME FAZ GOZ… AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH TO GOZANDO BEBE AAAAAAAAAAAAAAAH METE ESSA ROLA EM MIM LOGO, VAI GOSTOSO.

"Ao mesmo tempo que estocava a vara na buceta, estapeava sua bunda, e a xingava de puta, vagabunda, cachorra, cadela, rasgando semdó nem piedade, com força, Ela pedia, me xingava , gritava e delirava de prazer"Quando fomos trocar de lugar no boxe, eu fingi que escorreguei no sabão no chão do boxe que tinha escorrido da minha bunda para os meus pés, e rocei a minha bunda ensaboadinha bem naquela rola.

"Sou um homem acima da media da maioria dos brasileiros, visitando minha vó em uma cidade do interior num dia de muito tédio, resolvi usar como distração meu celular através de aplicativo chamado imo, no qual notei que tinha uma pessoa diferente da minha usualidade, resolvi indagar para ver se conhecia, então para minha supresa era uma ex aluna de um tempos atras quando ainda era professor de ensino medio, bem que na epoca ja era super gamado nela pois alem de ser novinha tinha um corpo pelo qual sempre fui apaixonado, conversamos bastante pelo aplicativo, foi onde surgiu um boa oportunidade para comer aquela gostosa, “se um homem me deixa doida de tesão eu deixo ele fazer o que quiser comigo” quando terminei de ler isso resolvi conversar bem picante, dizendo a ela tudo que eu faria se tivesse ela por uma noite primeiro disse a ela q eu era dotado para nao ter susto, disse que começaria beijando o pescoço dela e apalpando todo o corpo dela encostaria ela na parede puxaria o cabelo dela e a comeria tão forte que ela não se lembraria que era comprometida.

Moramos em Manaus e temos um sitio fora da cidade a 50 km.

Ele queria que fizesse um filme erótico amador, onde ele seria o diretor e câmera, e eu seria sua atriz principal. Mulata, bonita, boa de papo, sempre que ela ia em meu apartamento era motivo de muita conversa, muito riso.

E lá foram eles, conversando, ela disse que era brasileira, ele era dali mesmo.

E falou pra mim: Vai patrão que é seu.