Boquete Delicioso Com Direito A Gozada

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Boquete Delicioso Com Direito A Gozada

Boquete Delicioso Com Direito A Gozada

Paramos o barco perto da areia mas seria necessário entrar na água, Silvio desligou o motor e descemos descarregando, Su desceu por última tentando não se molhar, mas para nossa sorte como ela não é muito alta, uma pequena onda molhou novamente a camisa dando-nos o prazer de ver as tetas dela novamente.

Cansada, recostei-me no sofá da sala, enquanto minha mãe, que tinha um comportamento acentuadamente descontraído com Carlos, insistiu em que ele ficasse mais um pouco para tomar um vinha e descontrair da longa viagem. Neste momento, eu quase morri , porque ela começou a massagear o meu pau , comprimindo os músculos do cu , apertando e soltando, apertando e soltando , até que ele foi endurecendo de novo e eu fui me preparando para minha segunda melhor gozada de toda a minha vida. Com o dedo ele batia uma siririca e com a outra mão brincava nos biquinhos dos meus seios, e eu sugando aquele mastro.

Ele estava usando uma calça jeans, então não conseguia ver direito o que tinha lá escondido. Coloquei as duas de 4 e ia alternando em cada hora socar em uma, estava delicioso, as duas se beijavam e se tocavam, só de ver era um tesão do k7.

Com direito a boquetes e chupadas.

-Posso sentir? -ele indagou com as mãos na minha cintura-claro papai.

Sentindo meu cu arder como brasa aos poucos fui tentando relaxar a cada relaxada mais meu pai enterrava seu pau logo ele estava totalmente dentro de mim eu respirava forte logo ele começou a tirar o que me aliviava relaxando mais meu cu ele voltava a enfiar logo esses movimentos de tirar e colocar foram se tornando mais rápidos e ritmados a dor já não existia mais um leve desconforto e uma ligeira queimação, mas dor não um tesão vinha crescendo dentro de mim, um calor intenso. Tivemos outra experiencia devido a uma brincadeira maliciosa da Grazi.

Chegando em casa,tomei um belo banho,tranquei a porta e me deitei na cama pra relaxar.

Ainda ouvi os protestos do garçom que estava preparando as bebidas, mas aquilo pouco interessava. – Bom tio, vamos ver mais tarde né.

Ou aquela porcaria maldita de narguilé, aquele cheiro doce e enjoado nunca mais sai do lugar onde acendem essa bosta.