Depois Do Expediente Uma Rapidinha

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Depois Do Expediente Uma Rapidinha

Ela ainda estava acesa, precisava gozar de novo para relaxar.

Foi quando ele me ameaçou disse que para não falar nada a ninguém teria que recompensa lo e começou a passar a mão na minha coxa. Aí eu comecei a socar mais rápido e mais forte. O turno da manhã era muito diferente do turno da tarde, como minha cidade era muito pequena, só tínhamos uma escola estadual e o horário da manhã era destinado aos alunos que vinham das escolas municipais das localidades mais afastadas.

Me jogou na cama e subiu em cima de mim, me dizendo que eu era a novinha safada dele e que ele queria me dar a melhor foda que ele aguentasse. Suas bolas batiam contra a minha vagina, seus pelos roçavam minhas coxas.

Minha mulher tinha pavor de sentir dor e sexo anal estava fora de seus planos.

tá doendo…TIRA PAI!!Ele não respondeu nada mas ficou parado…quietinho sem mexer e dentro de mim. "Na volta pra casa, eu e minha mãe, passamos numa pequena cidade da região pra fazer uma visita a uns parentes. Três anos de casados, muito felizes, amorosos e, principalmente, curiosos em relação a tudo que se pode fazer no sexo. Transamos mais algumas vezes naquele mês, fodas rapidinhas em meu apê durante a semana, após o serviço, até minha namorada chegar e a rotina sexual com ela, que não era pouca, me impedir de comer aquela baixinha de novo.

e enquanto ela fritava as batatinhas, ele a arretavapor trás, dançando com ela.

Fiquei com aquilo na minha cabeça e não parava de pensar naquelas mãos e naquele pau… Eu desejava ele mais do que nunca, batia punheta frequentemente pensando nele e logo depois ficava com um sentimento estranho por ter batido punheta pensando em um homem e meu professor. Da pra você passar na minha sala depois do expediente? – Claro – respondi no ato, ja meio preocupado.

"Embarcamos ainda na sexta feira pré carnaval para um hotel fazenda na serra carioca.