Gozando na boca da esposa

Gozando na boca da esposa

Gozando na boca da esposa

Aguentar os dois, um em cada buraco já era difícil, apesar de maravilhoso, agora, ter ambos dentro do mesmo orifício era uma fantasia inimaginável até mesmo para mim. tira o cabaço do meu cu seu negão safado… Me come o rabinho que eu quero essa rola dentro de mim…Arrebitei a bunda, relaxei um pouco e ele posicionou aquela cabeçona na entrada do meu cú, me segurou pela cintura e começou a forçar, para meu espanto, a cabeça entrou sem bloqueio, sem dor… o prazer era indescritível, senti uma tontura louca, senti minhas pregas se abrindo, meu cuzinho tava sendo invadido e quando dei por mim percebi que ele já tinha empurrado quase metade da rola prá dentro da minha bunda… eu gemia de tesão e estava toda arrepiada, ele movimentava levemente aquela tora e me falava no ouvido:– Ta gostando putinha?– hum hum… Pauzudo safado, tá arregaçando meu cuzinho… Fode…– Relaxa que eu quero por tudo. Quando econtrei meu tio no aeroporto dei um abraço nele, e tinha trazido com ele a filha mais velha, nossa já não era mais uma menina de 15 anos estava uma mulher de vinte anos. Mas não gosto de HOMEM. Quando a pica entrou completamente que ele começou a bombar e gozou feito adolescente fui a loucura, gozando novamente igual uma doida desvairada. Cheguei a tal cidade e de lá mesmo embiquei na estrada BR-040 e me dirigi de volta ao Rio, de modo que não passaria novamente pelo local onde tinha acontecido meu estupro. Olá me chamo Carlos, eu em algumas conversas que tenho na WEB com maridos, namorados e noivos que querem ver suas esposas sendo possuídas por outros homens me deparei com Vitor (nome fictício), ele entrou em contato comigo por telefone depois que viu um blog meu que tenho na WEB onde me proponho sair com casais. Meu nome é Carlos e essa é a continuação do conto “Dei pro mlk que fazia bullying comigo”. ""E quanto tomava banho, ouço gente entrando no banheiro, era ele e um outro negão que treinava lá…Me agarraram, me jogaram pra fora do banheiro, olhei e estava a porta trancada, o negão veio e me colocou deitado no banco de supino, e amarou minhas maos e meus pés, com corda de pular…"Essa história começa no dia que conheci ” Bruno ” , foi numa aula de karatê estava esperando começar as atividades quando do meu lado para dois boys , os dois uma delícia , um moreno saradinho e o outro branco e alto, de cara devido as atividades em grupo começamos a conversar e parecia q nos conhecíamos a muito tempo.