Preta Fogosa Bandida Chorando Na Piroca Do Eduardo Lima

Preta Fogosa Bandida Chorando Na Piroca Do Eduardo Lima

Preta Fogosa Bandida Chorando Na Piroca Do Eduardo Lima

Paulinha ficou olhando e esperando, sabia que Eduardo demorava horas para gozar, então esperou que Helena gozasse para ele dedicar atenção a ela. Os peitões grandes e naturais são lindos e eu cai de boca neles, chupei muito e ela já estava louca, deitei ela na cama e fui descendo beijando a barriga dela e cheguei na bucetinha pequenininha, que delícia, toda raspadinha já estava bem molhadinha, eu chupei com gosto e ela delirou, gozou na minha boca e começou a gritar dizendo que queria rola, que o marido dela ia se fuder porque não comia ela direito e que estava louca pra ver a minha rola preta entrar na buceta dela. Reanimados, fomos para o banheiro tomar uma chuveirada refrescante. Fiquei deitada na cama chorando baixinho enquanto ele se masturbava na minha frente, rindo de mim. Não era possível que uma mulher tão gostosa e bonita estivesse rebolando sobre minha pica. Ele me levou até perto da cabaninha, apiei do cavalo ele também desenbanhou a pica comprida mas fininha só presta pra chupar entra pela garganta a dentro vai até o estomago uma coisa de doido engoli minha dose de gala e poquei pra cabana, meu tio já tava meio de lado entocado assustado, cheguei de junto perguntei: que foi homem? ele disse: tem alguém fudendo aí também a coisa tá braba pelo jeito o cara tá esfolando a bandida toda é cada grito, cada urro, chega dar medo, não sei se tá gozando ou tá morrendo. Fiquei um bom tempo com aquela piroca na boca, Mauro segurava meus cabelos, e empurrava minha cabeça contra seu corpo. Nunca mais a vi, mas sempre me lembro do sabor daquela gostosa.

Procurei e encontrei uma madame, uma coroa enxuta, gostosa e muito fogosa.

Pediu que eu ficasse de pé e ficou me chupando, enquanto continuava masturbando o Rubens, que permanecia deitado.

Nós relutantemente sentamos juntos naquele dia para que pudéssemos começar.

Servi a janta e fingi que nada aconteceu. Vamos de novo que dessa vez vai doer menos.