Só No Cuzinho Que Delicia

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Só No Cuzinho Que Delicia

Só No Cuzinho Que Delicia

Engoli tudo enquanto ele gemia e me olhava querendo me comer. Gozei com vontade dentro do cuzinho dela, depois, ajudado pela Eloisa, fui saindo bem devagar , vendo o estrago que tinha feito. Por favor, mande feedbacks para mim, sobre o que gostarem ou não… e caso gostem… me manterei escrevendo minhas historias. A cadela estava no cio, por isso senti que estava procurando um macho para acasalar! Meti um dedo nela e a cadela começou a se tremer, não sei se era de medo ou tesão por eu esta mexendo nela! Eu preparei a cadela pra mim fazer uma putaria legal com ela! Desliguei o chuveiro, levei ela pra dentro de casa, sequei com um pano de chão limpo, depois puxei o traseiro dela levantei as patas e dei três palmadas violenta no formato de sardinha chulipa de quatro dedos na bucetinha carnuda da minha cadela, para amedrontar à não tentar me morder, pois a cadela era muito grande de um porte forte, e percebi que cada palmada que eu dava ela dava uma mijada em formato de jato.

Ele forçava minha cabeça contra aquele cacete que eu quase não conseguia respirar… ele só tirava da minha boca quando eu engasgava, mas logo depois tornava e forçar minha boca contra seu pênis. Carlos não deixou que ela terminasse a frase.

Quando ia passar pela piscina, vi minha mãe lá, pelada, com aquele peitinho durinho.

Na verdade, a leitura que eu fazia da situação era a seguinte: a professora Luciana era tão bonita e tão apetitosa, mas tão fora do meu raio de ação sexual, que comê-la só seria possível se usasse a força! E eu estava tão louco por ela que fantasiava muito sobre isso.

-Sara, não estou aguentado, eu preciso te comer – imploreiProntamente Sara se levantou, ficou de pé, de costas para mim e debruçou sobre a cama…-Me come seu gostoso!A visão daquela bunda gostosa, empinada na minha frente e ela pedindo para come-la me deixou mais louco ainda, coloquei meu pau na bucetinha dela e puxei bem devagar sua cintura, aah que delicia de mulher, comecei devagar e fui aumentando o ritmo, o cheiro de sexo pairava no ar, Sara abafava os gemidos ainda com o travesseiro e repetia baixinho:– Ai que homem gostoso, me come…vai…isso…mete, não para, não para!Eu pedia e ela rebolava no meu pau, pedindo para puxar seu cabelo e eu metendo cada vez mais forte naquela bucetinha quente e molhada.